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domingo, março 28, 2004




Gonçalo – O Pai de Hoje em Dia

O Gonçalo é um menino bem. Bem-educado, bem-falante, bem vestido, bem cheiroso e mal de vida. Tem bom coração, o rapaz e tem mil filhos que ninguém suporta. Hoje em dia é chique ter mil filhos. Mil filhos? Se calhar são só dois ou três mas estão tão mal educados e mexem-se tanto que não dá para contar. Quando eu era pequena, sentava-me no parque a brincar e raramente saía do mesmo sítio. Se as pessoas quisessem saber quantos filhos tinham os meus pais, olhavam para mim, quieta e bem comportada… Se quiserem contar quantos filhos tem o Gonçalo têm de ser muito ágeis! Invariavelmente, Gonçalo tenta “domesticar” as crianças! “Estejam quietos!” – eleva o tom de voz que já começa a ser habitual. Mas no fundo não gosta de lhes levantar a voz e é apologista da política do “não-te-rales”. Não te rales com horários dos miúdos, não te rales se eles berram, não te rales se se afogam, não te rales se deitam o quarto a baixo, não te rales se se matam, não te rales se se esfolam, não te rales se adormecem, não te rales se acordam, não te rales se se constipam, não te rales se comem, não te rales se brincam, não te rales se vomitam… Calma! Estou a ser um pouco injusta! O Gonçalo adora os filhos… só tem pouca paciência. Faz parte da geração da impaciência. Só que o inferno que vive podia ser evitado com alguns momentos de paciência. Paciência para educar! É o que falta a muitos pais hoje em dia. Tenho pena porque o Gonçalo é uma excelente pessoa e vai sofrer bastante. Ainda não tenho filhos, mas penso que será melhor abdicar de momentos da minha vida para poder vivê-la posteriormente em harmonia com eles coisa que o Gonçalo vai querer mas nunca vai conseguir.
Sim, paizinhos! É preciso acordar a meio da noite para ir ver o bebé à cama em vez de o colocar confortavelmente entre vocês e a adorável mamã. É preciso estabelecer horários para as refeições e não ficar na rua até apetecer, para dar a papinha a tempo e horas; é preciso repreender quando necessário, nunca exagerando os castigos mesmo que vos custe; é preciso obrigar a vestir o casaco quando o tempo arrefece, mesmo que eles chorem e gritem (se forem bem educados nem isso fazem porque já sabem que não vale a pena); é preciso sair com eles a parques infantis e jardins zoológicos e depois vir para casa cedinho para o banho, jantar e cama, mesmo que depois apeteça ficar na rua. É preciso dizer não ao pedido de um brinquedo fora do tempo, mesmo que o vosso filho faça beicinho e mesmo que também vos apeteça brincar (podem tentar recompensá-lo: “Sim, dou-te o brinquedo se tiveres boas notas”). É preciso ir buscá-los à escola cedinho, assim que acabam as actividades para que possa sossegar em casa e estar um pouco com os pais, mesmo que tenham que ir ao supermercado, arrumar a casa ou fazer um trabalho. É preciso ser verdadeiramente um pai e uma mãe, ocupar essa função que está em vias de extinção dando lugar a uma nova geração humano-selvagem da qual tenho medo. Quem os conseguirá domar?

Zi

sábado, março 27, 2004




Salvador – O Famoso das Novelas da TDI

Sabem quem é o Salvador? É todo aquele que é famoso à custa de umas quantas linhas de novela e pensa que é o maior. Salvador! Agradece aos fotógrafos cada fotografia… é um favor que te fazem, são pessoas que trabalham e trabalham mais que tu! Não desprezes as tuas fans que vêem nas personagens que tu não criaste alguém com quem gostariam de partilhar a vida… Aprende umas quantas linhas de etiqueta para não te sentires mal em ambientes novos para ti e que tu fazes muito esforço para mostrar aos outros que te são familiares. És herói da sociedade, Salvador… mas não és nenhum médico que passa a noite em claro num hospital a salvar vida após vida sem uma única foto cor-de-rosa, não és nenhum bombeiro que salva a idosa de morrer queimada na sua braseira que a adormece, não és nenhum polícia que dá a vida para salvar alguém que se encontre em perigo, não és ninguém que salve alguém… não és ninguém. Sentes-te bem a ter honras de herói, quando todas estas pessoas continuam no anonimato? Qualquer pessoa que leia estas palavras deve pensar: “Esta miúda, tem mas é uma grande dor de cotovelo e uma grande inveja e gostava de aparecer nestas revistas”. Pois bem, deixem que vos diga que até gostava. Sabem para quê? Para utilizar a minha imagem, para a minha fama servir para dar a conhecer ao mundo alguns problemas. Salvador, não sabes que vivemos uns para os outros? De que vale vir ao mundo se não formos úteis? De que vale vir ao mundo se não ajudarmos alguém, se não marcarmos ninguém? A tua vida, a partir de agora, pertence a outra dimensão… A dimensão dos jantares, das festas, das fotos, das revistas, dos media… Mas tudo isso me parece inglório porque nada fizeste para o merecer. Gostava de saber porque é que a maior parte das mulheres se apaixona por meninos de novela. Há por aí imensos rapazes giríssimos e com personalidades muito mais fortes, pessoas extraordinárias que querem ser os tais médicos, policias e bombeiros e tantas outras profissões que são úteis à sociedade. Não fiques triste, Salvador. Não quero dizer que não serves para nada. Apenas não serves para o papel que tens, o de protagonista, semideus, indígete, mas para outro, o do entretenimento, como os palhaços do circo…

Zi

terça-feira, março 23, 2004




Advice for life: Always check your gas level

É verdade... não posso deixar passar em branco a aventura de ontem à noite...
Depois da fabulosa assembleia geral da tuna, iamos nós, as três de sempre, Susy, Di e Maria para casa, como lindas meninas que somos.
Na rotunda do Papa (eh mm Papa, excelência papal, não fui eu que me esqueci do acento) encontrámos uma rapariguinha chamada Carina parada no meio do escasso trânsito da uma da manhã...
Como grandes tunantes que somos parámos e perguntámos qual era o problema. Pelo título do post adivinha-se que a nossa amiga Carina se tinha esquecido de encher o tanque... Aqui começa a odisseia do carro sem gasolina...
Empurrámos o carro até à descida da Praça da República para o estacionar e fomos com a miúda até casa dela buscar um garrafão (e eu que conduzo tãaaaao bem de noite). Seguimos para a TOTAL 24 horas aberta! (Se está sempre aberta gostava de saber porque é que tem portas!) Ficámos a saber que a gasolina é azul e que é possível fazer 100 metros barreiras em arame farpado sem rasgar as calças!
No final demos apoio moral a ver se o carro pegava!
E pronto! Ganhámos uma amiga para a vida e mais uma vez provámos que a TFMUC RULAAAAAAA!
Frase da noite: "Ó SINHORE ARRANJE-NOS UM GARRAFOM-E" - Maria João Marques, a minha caloira mais louca!

Zi




Mentir é feio?

Porque é que as pessoas mentem?
Normalmente é para se livrarem, para se desculparem de algo menos bom que possam ter feito. Para ocultar algo do qual se envergonham… mas para quê?
Já não ouviram a expressão “mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo”?
Ás vezes o coxo pode estar de Dodge Viper e nós num Fiat 127…
Mais valia mudar a expressão para “apanha-se sempre um mentiroso, seja ele coxo ou não”. Ou então “um mentiroso apanha-se sempre” pois a intrujice é habitualmente pouco credível e há quase sempre mais alguém envolvido na patranha que sabe a verdade…
As mulheres têm mais fama de mentirosas… eu então não podia estar mais deslocada… Quando minto a voz treme, os olhos piscam demais, fogem para os lados e a minha expressão não é nada concordante com o discurso do tipo: Sabem quando um professor do qual não gostamos dá um valente “espalho” e ajudamos a levantar com os cantos da boca quase nas orelhas? Eu sou do género porque não disfarço nada. Aliás eu e mais duas amigas somos conhecidas pela incontinência de riso nas aulas de psiquiatria… Exactamente porque o controlo é mínimo…
Isto também tem o seu lado mau… da intemperança e intempestividade quando algo corre mal…
Mas pelo menos sabem com o que contam! Já eu ando às aranhas para saber com quem posso contar…

Zi

sábado, março 20, 2004




João – o pedófilo

A tendência é para tudo o que é pequeno. Não está na moda a decoração minimalista? A simplicidade da pequenez? Talvez por isso se venha agora a descobrir a atrocidade de crimes passados: a pedofilia é o crime da moda. Será que “crime” pode adjectivar devidamente esta maldade? Será que a pedofilia é apenas o acto de estupro sexual de uma criança? Será a “Casa Pia” a única instituição de impiedade? Todos nós sabemos de inúmeros casos que acontecem repetidamente pelo país fora, em situações idênticas. São os estabelecimentos de correcção para menores, são os colégios internos, são as instituições de abrigo a crianças abandonadas, etc. Estão todos sob minha suspeita. São crimes bárbaros, crimes desumanos que não se verificam nem nos animais selvagens. Lá as relações homossexuais, ainda se vão avistando algumas no Discovery Channel. Agora crimes de pedofilia? Ou são muito raros em espécies próximas das nossas ou então são irreais que era o que eu queria que este crime fosse.
Sabemos que as crianças se calam, são silenciosas quando o ambiente é de tensão. São eles que choram silenciosos no quarto quando as mães são agredidas pelos pais, são eles que berram gritos mudos quando são espancados pelos progenitores, são eles que se afogam sem espernear ou tentar vir ao de cima, são eles que são violentados e gritam a sua mágoa para si próprios.
Uma das minhas amigas contou-me que uma vez foi beijada por uma prima mais velha e que até ao momento ainda não tinha tido coragem de contar a ninguém. Tínhamos 19 anos e estávamos a revelar os segredos umas às outras quando uma delas se sai com esta que me deixou perplexa. Foi apenas um beijo, o seu primeiro beijo que poderia ter modificado a sua vida para sempre… Mas ela era uma criança inocente, bem formada, mas já sabia com apenas 4 anos que não deveria beijar uma menina, por ser menina como ela. E com vergonha não contou a ninguém.
Esquecemo-nos é que os meninos das instituições que estão a ser julgadas neste ano de 2003, não são meninos tão inocentes quanto isso. Sabem muito mais da vida do que qualquer um de nós. Por não terem nada, são aliciados com bens materiais e muitas vezes o crime é cometido por livre e espontânea vontade das crianças. Não deixa de ser repugnante, não deixa de ser crueldade… São aliciados por serem pobres, por não terem nada, nem carinho, nem afecto… nada! Também não se esqueçam que quem tem realmente a culpa são as pessoas medonhas, asquerosas, odiáveis, perversas e depravadas que se aproveitam desta fraqueza dos pequenos maturos. Claro que temos que considerar também aqueles crimes domésticos que ainda são mais malévolos. No entanto, os casos da berra é que me importunaram e por isso são esses que constituem o objecto da minha crítica.
O João é uma figura pública acusada, injustamente (diz toda a gente), do crime mais perverso de todos os tempos! Coitada da carreira do João! Conseguida a tanto custo. No meio das bebedeiras e das passas que dava quando era novo, acabadinho de entrar no mundo do espectáculo, sabia lá ele o que estava a fazer… Agora arrepende-se, claro, mas é tarde… Devia ter posto a mão na consciência antes de a perder. É triste pensar que alguém, que até podemos ter como ídolo tenha feito algo tão repulsivo, mais triste ainda é pensar que andam outros criminosos à solta que fizeram muito pior… Esquecem-se de quem abandonou as ditas crianças? De quem as aliciou a entrarem em contacto com o João? De quem lhes fez exames médicos para o João poder gozar a vida à vontade com as devidas precauções? De quem recebeu dinheiro em troca de traumas para as crianças? Porque é que em Portugal a pena maior é só de 25 anos? Quase que concordo com alguma da filosofia árabe. De certeza que eles saberiam punir devidamente estes crimes. Possivelmente, certificar-se-iam de que estes homens nunca mais viriam a cometer algum destes flagelos, destacando-lhes o “5º membro” que tal possibilitava. E eu achava muito bem! Qualquer dia, faço a minha própria justiça… vupt… e já está!

Zi




Podem ver a TUNA FEMININA DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA hoje, em directo, na RTP África, partir das 16h num espetáculo de GOSPEL.
Se pudessemos lá iamos nós cantar o "Happy Day". Mas hoje não tinha espírito aguçado para o gospel. Não está lá a Di nem a Joana...

Zi com saudades...

domingo, março 14, 2004




Arena

Vou escrever um texto outra vez “no ar”. Sem assentar realmente em nada.
Há coisas que preciso escrever em qualquer lado, nem que seja assim, no ar.
O meu blog reflecte muito do que penso. E às vezes deixa alíneas abertas para os que me conhecem melhor.

A desilusão é um dos piores sentimentos que podemos experimentar. Às vezes gostava de apagar certos acontecimentos. Como se de um filme se tratasse e eu pudesse eliminar cenas menos boas. Quando esperamos muito de alguém não conseguimos aceitar esses episódios menos felizes…Ou se calhar sou só eu que não aceito…
Sou mimada e intransigente. Sou, efectivamente, muito pouco tolerante. Não admito qualquer deslize por parte das pessoas de quem gosto muito. Qualquer coisa, por mais insignificante que seja, me magoa, me entristece...
Talvez com uma analogia consiga explicar melhor. Já viram o novo anúncio da Pepsi? O da arena romana? Para quem não viu tem a Beyoncé, a Pink, e a Britney Spears como gladiadoras. O grande imperador é o Enrique Iglesias. E todos lutam por Pepsi. (I know… what the f#c«??)
Se eu estivesse a lutar numa grande arena romana, se surgisse alguém para lutar comigo, em substituição do grande leão, e se eu não gostasse desse alguém ou se me fosse indiferente, poderia atacar-me de que maneira fosse que eu não me feria. E mais… lutaria com todas as forças ou apenas as necessárias para ganhar o combate!
Mas, se o lutador fosse alguém de quem gostasse muito, escondia as mãos atrás das costas e permanecia imóvel até ao ataque… em que um simples corte causaria a mais horrenda das dores. Fazer-me-ia contorcer no chão, gritar, debater-me contra a mais terrível das mágoas. O mais tenebroso dos sofrimentos…
Perceberam agora?
Eu sou assim…

Zi

sexta-feira, março 12, 2004




Te lloro Madrid

Foi mesmo aqui ao lado e ainda não fez um ano que lá estive…
É triste… Em muitos dos meus textos emprego esta expressão: “É triste”. Mas nunca sabemos o que pode ser mau ou pior para se tornar realmente amargo. Ainda mais quando assistimos a catástrofes como a que me fez perder o sono ontem. Madrid… a última visão que tenho de Madrid é a saída da estação de Chamartin às 22h para voltar a Portugal. E foi numa estação de comboios que tudo se passou. Ainda explodiram menos bombas do que o previsto. O estrago teria sido muito maior se o plano tivesse sido executado na perfeição. Alguém ficou desiludido, por certo… Cerca de 200 mortos, imensos feridos que vão, aos poucos, passando para a outra lista…
Podia criticar, podia chorar, podia ser-me indiferente. Só que estou sem reacção… Como se pode reagir a algo tão brutal? Qual o impacto que tem sobre nós algo inumano?
Vou passar a ter medo de dizer “até logo” aos meus pais quando vou para as aulas…
Foi também a um 11 de Setembro qualquer, do outro lado do mundo, que tantos filhos se despediram dos pais para sempre. Ontem, dia 11 de Março, meio ano depois de um outro qualquer 11 de Setembro, outros tantos fizeram o mesmo. E pais de filhos, e amigos de amigos, e namorados de namoradas… Morreram muitas pessoas… Mas o pior, é mesmo para os que cá ficam. A raiva, cólera, revolta, pesar… Pode parecer egoísmo mas a verdade é que o sofrimento que nos chega aos olhos é dos que cá permanecem…
É triste ver famílias à porta do hospital à procura de um nome na lista de pacientes. Por pior estado que a pessoa esteja pelo menos está viva, não aparece na outra lista…
Não sei que diga, o texto está mal escrito, não consigo fazer nada de jeito… foi aqui ao lado, já lá tinha estado a tirar fotografias no jardim interior, fiz lá amigos, podia ser a minha cidade, podia ser a minha família… mas felizmente não é!
E afinal sinto-me ridícula por estar tão triste...

Zi

segunda-feira, março 08, 2004




Ser Mulher

Ser mulher hoje em dia deve ser como ser gato e cão. Há dia do cãozinho, do gatinho e da mulher. Havia algo mais vergonhoso para fazer do que estabelecer o dia internacional da mulher? Se calhar não. Por isso é que hoje, dia 8 de Março, se festeja a existência e libertação da mulher. Hoje é dia de não lavar a loiça, não fazer o jantar, não esfregar a cozinha nem lavar roupa no tanque! Hoje tirámos a burca e saímos à rua. Que bom, minhas amigas!
Somos livres, hoje!

Zi

domingo, março 07, 2004




“Quem desdenha quer comprar”

“Ele há gente para tudo”. Estou sempre a ouvir esta expressão e realmente é verdade. Um outro estereótipo que tenho vindo a desenhar é o que se aplica à expressão “quem desdenha quer comprar”.
Ontem fui a uma feira do disco, na praça da república da minha bela cidade. Os cds estavam caríssimos mas encontrei por lá uma banca com livros e perdi-me. Vim de lá contentíssima com dois que me custaram menos de metade do preço ao que se encontram nas livrarias. Um deles da minha escritora preferida: Marion Zimmer Bradley. O outro era da Margarida Rebelo Pinto, o seu trabalho mais recente, I’m in love with a pop star”.
Cheguei a casa felicíssima com as brilhantes aquisições e apressei-me a mostrar à minha mãe. Mostrei logo a obra da Mrs Bradley, com muito orgulho, e depois disse: “Comprei também este livrito só porque estava barato e porque me custava dar o triplo numa livraria por algo que não vale o seu preço”. A Margarida que me desculpe…
Mas hoje de manhã foi o livro dela que li. Em apenas uma hora e meia, é verdade, mas com algum gosto. Tirando o excesso do uso daquela expressão irritante “pralá de bom”, “pralá de mau”… estive mesmo quase a atirar o livro “pralá” da minha vista pois já não aguentava tal proposição.
O que quero dizer com isto é que as pessoas criticam e no fundo param sempre no mesmo sítio. Que é o que acontece com uma pastelaria aqui em celas. Toda a gente se lambuza com os bolos mas no fim dizem que estavam crus ou que tinham pouco açúcar. Nas festas de aniversário, Natais, Páscoas e outras festividades agatanham-se por um pão-da-avó ou por um bolo com creme para levarem para suas casas…
O meu blog parece um desses bolos. Muito boa gente lê, volta a ler e depois critica forte e feio! Se querem depreciar pelo menos não digam que leram e voltaram a ler e releram ainda com mais atenção porque parece mal! Mas quem sou eu para reprovar… fiz o mesmo com os livros da Margarida…

Zi

terça-feira, março 02, 2004

Surprise!

Façam o teste! Será que me conhecem?

Zi

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