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quarta-feira, julho 28, 2004



 
Assim me escondo
No asilo das palavras
No véu que tapa a boca
No som inaudível de ser quem sou
De um enleio escondido
No espírito clausulado
É chave de porta despida
Perdida na vastidão de uma muralha

Triste símile
Imagem imperfeita

Na incomensurabilidade…
Jamais encontrada…

 
Zi

sábado, julho 24, 2004




Estou finalmente de FÉRIAS! Oficialmente!!! Sem ter que fazer nenhum...
E ontem começou em beleza com uma festa em minha casa, para uma amiga, que teve guitarradas da TFMUC até as 4h!
Miúdas, vocês são FENOMENAIS! A melhor coisa que me aconteceu no percurso académico!
Uma verdadeira família! A minha Tuna! TFMUC 4EVER!
 
Zi


segunda-feira, julho 19, 2004



 
Ao preparar uma surpresa a surpreendida fui eu... e nem todas as surpresas são agradáveis...

Zi


segunda-feira, julho 12, 2004




There’s a new road, a new track upon the yellow brick road, the footpath leading me to neverland…
There’s a gust of fresh air… thriving through my veins, dominating my heart and leading my mind… will it be the so-called happiness boulevard?
I can’t reply to that… but I sure know that I’ve never felt so free, so safe, and so prepared for whatever comes next…
Let the games begin…

Zi

sábado, julho 03, 2004




PARABÉNS PAULO - STIFFMEINSTER


Que passes um dia muito, muito feliz!!!
Mensagens de parabéns ao Paulo nos comentários! :D

Zi

sexta-feira, julho 02, 2004




Para as mulheres da minha vida... e também para o Luis que me fez escrever este post...

Hoje, um amigo ficou desiludido com o meu post a criticar a amiga Elsa. Disse: “pensei que desenvolvesses mais o tema da amizade entre mulheres”. Na altura ri-me e disse-lhe que o objectivo era mesmo criticar. Mas depois fiquei a pensar em silêncio… Talvez fosse muito mais aprazível escrever sobre isso. Às vezes, estamos tão empenhados em ver o que de mau se passa à nossa volta, que esquecemos de enaltecer o lado bom. Logo a seguir recebi uma mensagem de uma grande amiga minha e fiquei com vontade de escrever… Guardei essa vontade a tarde inteira e agora, como que numa explosão de sentimento oprimido, tão poderosamente algemado durante uma tarde, vou falar sobre a amizade entre mulheres. Felizmente sou uma para poder falar disso abertamente e das experiências que tive…
Tenho grandes amigas mulheres. Talvez o meu blog se torne agora confessionário de um desejo que sempre tive. Ter uma irmã gémea. Igualzinha a mim. Há quem diga que isso se tornaria um pesadelo… Mas a cumplicidade que iria haver entre nós nunca poderia acabar… era nascer com uma melhor amiga que nunca ia deixar de o ser. Talvez por isso me tenha empenhado tanto em certas amizades que, afinal, valiam tanto como certos conhecimentos. Uma bastava-me… Sempre tive muito mais amigos rapazes por detestar as intriguinhas de rapariga. Divertia-me muito mais com eles por serem mais descontraídos, por ligarem menos a coisas de nada, por tudo se resolver com um “vamos beber um copo”… Só que há certas coisas que não podemos falar com os homens… para isso também sempre tive a minha mãe. Mas daí, também há coisas que não dizemos às mães principalmente no palavreado que queremos… Dar-me conta disto faz com que me aperceba que preciso inevitavelmente de amigas mulheres.
Neste momento é coisa que não me falta por andar numa tuna feminina… Mas as minhas melhores amigas mulheres, e elas sabem perfeitamente quem são, são miúdas extraordinárias, com quem posso contar sempre, a quem nunca quero faltar… Se calhar, há pessoas que pensam que sou mais amiga delas do que na verdade sou. As mulheres têm entre si algo que as afasta sistematicamente umas das outras: o factor inveja. Não fosse esse um pecado mortal, afasta qualquer ser do sexo feminino. As mulheres têm, inevitavelmente, inveja umas das outras. Inveja do corte de cabelo, inveja da roupa, da casa, do carro, inveja do marido, namorado, dos filhos, inveja do tamanho das unhas, da cor das mesmas, inveja do tapete da casa de banho, da colher da sopa, da casa da praia, do destino das férias, do curso, e de tudo o mais que as outras possuam…
Porque possuir é um dos vocábulos imperiosos do dicionário Mulher.
Só que as minhas amigas, as verdadeiras, não têm inveja… Estão bem se eu também estiver e vice-versa. Entre mim e as minhas melhores amigas há um pacto mudo de inter-ajuda para toda a vida. Ás vezes dou por mim a olhar para elas e a pensar na sorte que tenho por as ter como minhas amigas, lembro-me dos episódios que passamos juntas, das vezes que nos magoamos por gostarmos demais umas das outras, das lágrimas que já correram e por elas foram estancadas, dos episódios de risos constante…
Se calhar era mais simples para mim falar de cada amiga em particular, porque todas são insubstituíveis e não têm nada em comum… talvez apenas a amizade que lhes tenho e mesmo essa é diferente de pessoa para pessoa. Não é medida, é apenas diferente…
Cada uma tem um significado diferente para mim e é em situações distintas que as procuro… Já falei neste blog de duas grandes amigas, já lhes prestei homenagem, faria o mesmo a outras e por elas terei sempre essa veneração pela vida fora, por serem excepcionais, e por gostar tanto delas, por me fazerem sentir especial, e por conseguirem ocupar tanto do meu coração e do meu pensamento…

Zi

quinta-feira, julho 01, 2004




Sex Appeal

Outro dia, quando cheguei do ensaio da tuna, bastante cansada e triste por causa de um exame que me correu menos bem (para não dizer pessimamente mal) sentei-me na sala, fiz um zapping e surpresa “agradável”: encontrei, no canal SIC Mulher, um debate sobre a amizade entre mulheres…
Mil tias… Cinha, Elsa… boa noite… é o Sex Appeal!
Beijinho para cá, abracinho para lá, partilhamos brincos, partilhamos segredos, só ela é que me entende, só ela é que tal e coisa e mais não sei o quê… Amores!
Às tantas fala-se de Big Brother… e da maravilhosa boca de silicone da Elsa sai: “Já viu se o povo me visse a lavar os dentes?”. Ai o povo! Menina… deve ser mais povo do que eu… e muito bem esteve a Ritinha que lhe disse: “veja lá que é o povo que a vê que lhe dá o estatuo que tem”. E ainda esteve a desdenhar por não a convidarem para fazer trabalho em televisão. Sim… alguém é que deve ter acabado por ganhar juízo ao deixá-la fora dos ecrãs. Já viram o que era esta querida a fazer um programa em directo?
Ai, se o povo a visse a pensar por ela própria sem tele-ponto! Isso é que era a desgraça total. Há pessoas que nem deviam abrir a boca. Principalmente para falar e dizer disparates, coisas sem nexo, autênticos despautérios de quem se acha muito importante, uma tia, prima, V.I.P, cheia de bom aspecto… Assim tipo ovo Kinder com defeito… sem a surpresa lá dentro… E acha-se muito importante e não ganha para os fatinhos que exibe e para as plásticas que faz. Tudo para manter uma aparência que eu peço a Deus para que nunca venha a ter… Mas acima de tudo penso que as pessoas são felizes na ignorância. Por isso… mais vale ser como esta querida tia VIP que se acha so very important e que se calhar, no mercado árabe, nem valia um camelo…

Zi


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