segunda-feira, dezembro 27, 2004
These Words
by Natasha Bedingfield
These words are my own
Threw some chords together, the combination D-E-F
Its who I am, its what I do, and I was gonna lay it down for you
I tried to focus my attention, but I feel so A-D-D
I need some help, some inspiration, but its not coming easily
(bridge)
Tryin to find the magic,
Tryin to write a classic,
Dontcha know, dontcha know, dontcha know?
Wastebin full of paper,
clever rhymes- see ya later
(chorus)
These words are my own, from my heart flow,
I love you, i love you, i love you, i love you,
There's no other way to better say
I love you, i love you
Read some Byron, Shelley and Keates,
recited it over a hip-hop beat
I'm havin trouble sayin what i mean,
with dead poets and a drum machine
You know i had some studio time booked,
but i couldnt find the killer hook,
now you're gonna raise the bar right up,
nothin i write is ever good enough
I'm gettin off my stage
the curtains pull away
No hyperboles to hide behind
My naked soul exposes
woaaaaah
I love you I love you, thats all i got to say
cant think of a better way, and thats all i got to say
I love you, is that ok?
sexta-feira, dezembro 24, 2004
MERRY CHRISTMAS, everyone!
terça-feira, dezembro 21, 2004
VENDO MUSTEK MDC4000
Multi-Function Digital Camera
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Saúde Oral
A Saúde Oral em Portugal é tal e qual como o governo… encontra-se em crise e ninguém quer saber disso para nada. É muito mais interessante falar da Quinta das Celebridades do que do Palácio de São Bento.
O Sr. Presidente toma uma decisão, a meu ver, do mais incoerente que há, a julgar pelas suas prévias decisões com dirigentes políticos do seu próprio partido que provocaram uma crise, em larga escala, muito maior do que o actual Primeiro. Se calhar, dá jeito fingir que acordou agora para a vida.
Preferir as novidades das novelas à desordem política é já habitual no povo português.
Tal e qual como é muito mais fácil mandar os filhos aos restaurantes de fast food e empanturrá-los com bolachas e doces a toda a hora do que planear uma alimentação equilibrada e ensiná-los a escovar os dentes, usar fio dentário, tirar as chupetas antes dos dois anos de idade (para não provocar deformações que mais tarde acaba por custar um tratamento ortodôntico) e deixar de as impregnar com açúcar para os calar durante a noite….
Já ouviram aquela expressão hedionda “de pequenino é que se torce o pepino”?
Com ditados populares entendemo-nos bem.
De pequenino e pela vida fora é necessário preocuparmo-nos com a saúde oral.
Visitas regulares ao Médico Dentista evitam as inúmeras consultas que mais tarde se seguem quando já não há nada a fazer. Ou melhor, quando aparece aquele sinal assombroso… dor! Dor de dia, de noite, ninguém dorme, ninguém come, escovam os dentes afincadamente como se estivessem a escovar o que não escovaram durante a vida toda. Aspirinas nos buracos dos dentes, álcool nas cáries porque “só assim é que me passa” (a dor, pois claro). E depois estão na sala de espera cheios de medo da consulta porque os dentistas são “maus” e as brocas fazem doer. Temos que nos libertar deste conceito… Nos outros países, mais desenvolvidos, a saúde oral é tão imperiosa como qualquer outra área da medicina. Sabiam que há doenças cardiovasculares que podem advir de doenças orais? Quando se fala em coração já toda a gente ouve… porque sem coração ninguém vive…
A Medicina Oral tem tido uma grande evolução nos últimos tempos. É necessário que a nossa mente engrandeça com esse progresso. O Dentista já não é o sapateiro ou o barbeiro da terra. Não arranca dentes a sangue frio nem os amarra a uma carroça de burros para chicotear os animais e estes partirem à desfilada levando o dente consigo.
Há actos médicos próprios para tratar da boca. Por isso, sem medos, consultem um Médico Dentista, que daqui a pouco tempo posso até ser eu, e saibam o que podem fazer para melhorar a vossa saúde oral.
Baby, please come home ...
I would almost swear I could sense you coming home, to the place you should never have left, with that charming manner of yours. The way you’ll pace all the way through the sidewalk as you unbutton your winter coat. You seek out for something in your pocket. You wish you had somewhat to offer me and you don’t even have a clue…
All I really need is your gentle hug, to feel fully yours, sheltered, to set those butterflies free, the ones I can feel in my stomach once you approach your breath to mine. And as I picture all of this in my head, there you are, at my door, our door, opening your arms to me… and I feel frail, conquered, yours…
segunda-feira, dezembro 20, 2004
Wordless
I ought to be writing something. Perhaps I could drift in my own words and write about nothing. I’m a feeler… Everything’s so strong when there’s a “me” involved.
From time to time I wish I wasn’t too much of a worrier.
Nevertheless I don’t want to worry about it now…
sábado, dezembro 11, 2004
Give Me The Simple Life - Steve Tyrell
Folks are blessed who make the best of every day
living by their own phylosophy.
Everyone who needs the sun must find the way,
and I have found the only thing for me.
I don't believe in frettin' & grievin'
Why mess around with strife
I never was cut out to step & strut out
give me the simple life.
Chorus:
Some find it pleasant dining on pheasant.
those things roll off my knife.
Just serve me tomatoes and mashed potatoes.
Give me the simple life!
A cottage small is all I'm after.
Not one that's spacious and wide.
A house that rings with joy and laughter.
And the one you love inside.
Some like the high road.
I like the low road.
Free from the care and strife
Sounds corny and seedy; but yes, indeedy,
I like the simple life.
Life could be thrilling,
with one who's willing,
to be a farmer's wife.
Kids, calling me pappy,
sure make me happy.
Give me the simple life!
quinta-feira, dezembro 09, 2004
Mais gritos:
1. Quando não posso, não posso mesmo!
2. Se faço o que faço por ti é porque te adoro
3. Obrigadinha pela ajuda...
quarta-feira, dezembro 08, 2004
O que me apetece gritar:
1: foi mesmo bom voltar a ver-te.
2: às vezes parece que gostas de me magoar.
3: persegues-me onde quer que eu vá.
4: e se me deixasses em paz?
5: nem sei que te diga…
6: já não sabes que gosto de ti?
7: ...
(1,2,3,4,5,6,7 são nomes de personagens, qualquer semelhança com a realidade é pura coicidência...)