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quarta-feira, abril 20, 2005



A viagem aos Açores foi, sem dúvida alguma, F-E-N-O-M-E-N-A-L! Apesar da organização, provámos que uma tuna, mesmo nas piores condições, se diverte e faz um festão seja em que situação for… Cada vez mais me orgulho de pertencer à TFMUC e de ter todas aquelas miúdas como minhas amigas, fazendo parte da minha grande família do mundo universitário.

Para nós… aqui sai um estrondoso F-R-A!



quinta-feira, abril 14, 2005




Vou aos Açores!
Com a TFMUC como não podia deixar de ser...
Vou à terra do meu amigo Pê que deixou este mundo há pouco mais de um ano... Mas não sem antes me deixar o legado da bela terra Açoriana! Aqui vou eu, Pê, um pouco mais tarde do que tinhamos combinado, mas vou... e quando lá chegar vou sentir que estás lá comigo...

domingo, abril 10, 2005




Preferia ver-te sempre da mesma maneira. Fazer-te mil serenatas e cantar-te sempre as mesmas músicas. Que o que nos unisse fosse sempre simples, único. Sempre mais evidente do que tu imaginas, presos por um beijo ou por uma tango ao luar.
Que a tua aura soprasse sempre na mesma direcção, e que o teu abraço tivesse sempre a mesma exuberância…
…e o amor … o amor que fosse sempre irrevogável, como o mastro de um navio que no meio do tormento teima em não apartar…


sábado, abril 02, 2005


Morreu Karol Josef Wojtyla

Morreu o Papa. Foi na Praça de São Pedro, ao som dos repetidos cânticos e rezares da humanidade, que foi ditada a adiada ventura do nosso Papa João Paulo II cujo pontificado durou desde 1978 até ao dia de hoje.
Custa-me sempre o grande aparato que a comunicação social faz em volta das pessoas, especialmente quando merecem um excepcional respeito da nossa parte e se encontram moribundas. Não se importam nada de estar ali, em directo, à espera de ouvir a notícia sepulcral para gritarem primeiro que todos: ELE MORREU!!! Como se fosse uma grande alegria, qual orgasmo, apregoar a morte de alguém.
Recebi a noticia passivamente. Custou-me mais vê-lo esmorecido à janela do hospital a tentar proferir umas quantas palavras de ânimo e agradecimento ao povo. Que outra pessoa o faria? Quando vivemos num mundo egoísta, que outra pessoa se mostrava exânime ao público? Em situação de doença cada um pensa em si próprio, quando muito na família. Mas João Paulo II pensou na sua grande linhagem. Mostrou ser realmente pai do mundo que abraçou. Veio despedir-se para sempre dos seus filhos, dos seus fiéis. Mesmo dos não católicos. A perda foi enorme para todas as religiões e raças… Momentos únicos em que o mundo se une para chorar em conjunto.
Que pena que me fez… ver o grande PAPA reduzido a um velhote que em vão tentava falar… tentava exercer as suas funções, usou a sua grande força e amor pelo próximo para surgir à janela e abençoar o mundo… Reduzido? Pois foi nestes dias que o vi mais magnânimo, mais perto de nós, mais perto de Deus… será?
Descansa em paz… mestre Karol Josef Wojtyla!



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