quinta-feira, junho 30, 2005
Citando Blink 182 - "I miss u, miss u, miss u..."Estava ali a olhar para a foto-montagem com alguns dos meus grandes amigos e, de repente, deixei-me ficar mais tempo a olhar para a nossa foto. Que tiramos no jantar da tuna, no dia da famosa actuação. Foi um dos melhores dias da minha vida académica, sem dúvida. Não só pela actuação mas também por aquilo que se passou atrás de uma daquelas barraquitas VIPs, lol. E as mentes mais perversas que se desiludam porque não foi nada do possam estar a pensar! Mas foi assim… fiquei agora a olhar para a nossa foto, se calhar porque tenho mesmo saudades tuas, saudades das músicas que fazemos juntas, e de ouvir a nossas vozes em uníssono, tantas e tantas vezes… Já sonho contigo e tudo e até alucinações tenho porque ontem numa biblioteca até te vi de costas… (mas não fui só eu, daí que talvez não tenha sido alucinação ou então foi, mas colectiva) … mas depois não eras tu. E estava a 2 segundos de correr para te abraçar… acho que sinto mesmo a tua falta e começa a ser doença. Qualquer dia vou ali aos HUC (tipo num dia de exame) e anuncio a nova descoberta da Medicina: Dianite aguda… Traduz-se por um estado de ansiedade com apertos diversos retroesternais com irradiações para o epigastro. Pode dar sintomas como febre, alucinações variadas e confusão nocturna com sonhos recorrentes. Pode evoluir para Dianite crónica se a época de exames for muito longa…
E pronto aqui está o meu estado de espírito para hoje… que também ofusca um outro mais ansioso. Ainda ontem na missa do CUMN se dizia “E o Senhor libertou-me de toda a ansiedade” e se calhar é disso que ando à espera… libertar-me da ansiedade dos exames… cada um mais difícil que o outro…
quarta-feira, junho 29, 2005

O pior cego…
Sim, eu sou das pessoas mais cegas no que respeita às pessoas de quem gosto. Amo desesperadamente, impulsivamente e compulsivamente até, e depois de tanto mente não consigo descortinar as mentiras que me impigem, os olhares pérfidos, as palavras mal amadas, as acções menos correctas… Se calhar na altura fico mesmo muito triste, mas com o passar do tempo, dos dias, poucas horas às vezes, acabo por relevar porque não quero ver essa pessoa assim… não quero VER… Custa demais. Magoa demais.
Descobrir que uma pessoa a quem damos tudo é, afinal, um anjo disfarçado, é doloroso. E é mais fácil encobrir, perdoar, consentir que nos continuem a fazer o mesmo e continuar a amar… Não consigo perceber é como é que há coragem para magoar alguém que faz tudo por nós. É outra coisa que não consigo VER. Há pessoas que até fogem de nós só porque as fazemos sentir mal quando percebem que nos magoaram a sério…
Estou farta de tudo isso mas continuo a fazer o mesmo…relevar, desculpar, e até a consolar quando em choro nos pedem perdão e nos cegam mais um pouco. E se calhar também eu firo outras pessoas sem querer. E elas também não querem VER…
terça-feira, junho 28, 2005
segunda-feira, junho 27, 2005

LOVE, LOVE, LOVE...
People should never fall out of love, even when there’s no love in return. ‘Cause when you’re in love, your world seems bigger, the sea seems larger, the sky seems closer, the sun seems higher and your huge smile was never seen at all.
When you’re out of love nothing seems so great, and there’s no one to think of, no one you’d like to call in a cold night, no arms you’ll fell safe in…no dream, no clouds, no castle, no princess or prince… just a bunch of big nasty un-enchanted frogs as far as the eye can see. Is there such thing as true love? Maybe there is, somewhere, someplace, in someone’s heart like mine that has truly loved once. And maybe my heart is always there to love… to truly love some of my greatest friends that live here, bought the heart-house for the foreseeable future and ever more…
domingo, junho 26, 2005
Rendi-me...
... às imagens...
sábado, junho 25, 2005

Aqui está o meu GOLDEN RETRIEVER que o Pai Natal nunca me trouxe. Hoje voltei a sonhar com ele... o meu Kevin, Buddy, Jimmy... tantos nomes que ele já teve mas nunca esteve ao pé de mim. Principalmente a ajudar-me a curar esta fobia estúpida... como é que alguém que adora cães pode ter um medo bárbaro deles como eu?
Já tenho nome, sítio, veterinário e principalmente um amor imenso para dar ao cãozinho que figura todos os anos na minha lista que segue para o Polo Norte... só não o tenho comigo...
terça-feira, junho 21, 2005
Andamos mesmo afectados com os exames. Ontem, estava eu à conversa com o meu grande amigo Nuno, depois de termos feito mais um exame do tipo 2 em 1, e diz-me ele assim, a propósito das profecias que ele faz de que eu vou ter filhos gémeos...
"Oh Susy, ter gémeos é a mesma coisa que fazer aqueles exames com duas cadeiras"
Desculpa, tinha mesmo que partilhar isto. Fartei-me de rir e apesar daquele exame não ter corrido da melhor maneira, e ambos sabemos porquê, fez-me mesmo rir feita doida ;)
segunda-feira, junho 13, 2005
Por agora... desculpa...
E se te dissesse que vivo amedrontada a cada dia que passa? Lá estou eu com o fruto do meu exagero e da minha imaturidade. Mas sinto-me assim… intensa, todos os dias.
Se te dissesse que em cada segundo penso que podes vir a reprovar as minhas atitudes? Que não sei o que fazer, embora saiba o que é correcto?
Mas nem tudo o que parece certo é simples de cumprir, de seguir. Devíamos andar com uma bússola que apontasse para o SIM e para o NÃO quando nos deparássemos com alguma destas vicissitudes. Cada adversidade era resolvida com um simples movimento… e do meu bolso lá saía a resposta, a verdade… Seria tão mais fácil e sem sabor… mas é o que desejo, no fundo.
Será que me vais perdoar por não saber o que fazer? Por achar que a nossa amizade pode estar a perder-se e mesmo assim continuo parada, imóvel, como se nada disso se passasse comigo?
E se te dissesse que tento adivinhar em cada palavra tua, cada olhar, cada entoação, o que pensas de tudo isto? Mas mesmo assim continuo sem te conseguir perguntar nada… e seria tudo tão mais simples…
Desculpa… desculpa por não saber o que fazer e que para ti deve ser mais que óbvio e se calhar para mim já é, já foi desde o início. Desculpa a falta de coragem para agir. Desculpa pelos melodramas e pelas complicações que faço e por tudo o que sinto e por ser assim… intensa… todos os dias!
sábado, junho 04, 2005
Ser velho...
Não consigo ouvir a música da Mafalda Veiga – Velho – sem que me venham as lágrimas aos olhos. Se já ouviram, sabem do que falo.
Hoje em dia as pessoas de idade são discriminadas pela sociedade. Quantas vezes os vemos nos jardins, solitários, a olhar cada pessoa que passa, a tentarem ser vistos por alguém. Quantas vezes nos perguntam as horas só para ter alguma pessoa com quem falar. Quantas vezes os filhos abandonam os pais num lar… e quantas vezes os vão visitar? Aos fins-de-semana, no inicio. Depois só no Natal e na Páscoa. E, mais tarde, até se esquecem que eles existem… que têm tanto para contar e que já fizeram tanto pela vida, deles e dos outros enquanto eram considerados pessoas. Agora são apenas empecilhos, estorvos, obstáculos na vida dos mais activos, dos salutares, dos jovens… E estes esquecem-se que, um dia, também eles serão um entrave na vida de alguém. Ou então têm muita sorte com a família que os ama quer sejam jovens ou estejam de face enrugada e pernas entorpecidas.
Ainda ontem o Sr. José me foi visitar… foi à consulta. Sabem lá vocês a simpatia que é aquele senhor em que a avançada idade não é, sem dúvida alguma, um fardo pesado a carregar. Abandonado num lar pela família, aquele senhor não perdeu a alegria de viver. Para quem uma anestesia tem “um sabor doce”, e arrancar um dente: “Não dói nada Sra. Dra, porque a Sra. tem umas mãos abençoadas”. E que bem que me soube ouvir isso no final do dia, Sr. José! Foi ele que me fez ter força para continuar a trabalhar naquela tarde de sexta-feira que já ia longa… Não merece que o abandonem, que o ignorem… merece o abraço que lhe dei no final e toda a atenção do mundo!
Gostava de conseguir dizer isto de outra maneira, mas a verdade é mesmo esta: Enoja-me a coragem que certas pessoas têm para abandonar a sua família quando ela mais precisa. Só porque não são produtivos, só porque deixaram de ser fortes, um pilar que os possa suportar. São pessoas frágeis, fracas, delicadas, e com belas histórias para contar… É só nos sentarmos ao pé delas, estender a mão e escutá-las com atenção…
sexta-feira, junho 03, 2005
Reportagem que escrevi para o jornal da faculdade... Mordente!
TFMUC além-mar
Fomos muito bem recebidas com largos sorrisos da T.U.S.A, a tuna que nos convidou, que compensaram o local no qual ficamos alojadas… quem não esteve lá não conseguiria imaginar o sítio por mais que eu tentasse descrever… mas só para terem uma ideia a alcunha que ficou foi: Auschwitz. Com todo o respeito pelo que se associa a esta palavra, na realidade.
Mas quem precisa de um bom sítio para dormir quando a ilha Terceira tem lugares muito mais interessantes para ficar acordado?
É verdade… a ilha é absolutamente linda, com paisagens magníficas e jardins de fazer inveja à capital francesa. Um grande bem-haja aos familiares de algumas das nossas tunantes que se disponibilizaram para nos fazer uma tour à volta da ilha.
Estivemos numa churrascada, vimos uma garraiada, visitamos a praia, uma adega e o museu do vinho, deslumbramo-nos com os miradouros, jantamos num restaurante típico e lambuzamo-nos com umas belas alcatras! Sempre com muita música, animação e amizade.
Chegado o dia do Festival – I Anti-Ciclone- o nervosismo começou a tomar conta de nós. Por mais que tenhamos actuado mais de mil vezes, nunca deixaremos de sentir o coração a saltar na hora de entrar palco. A actuação foi, como sempre, divertida e encantadora, para nós claro! É sempre emocionante subir a palco, cada vez mais…
Trouxemos o prémio de 2ª melhor tuna e as recordações de uma viagem memorável que jamais iremos esquecer… TFMUC 4 EVER!
...and ever, and ever, and ever...
quinta-feira, junho 02, 2005
I Bruise Easily
by Natasha Bedingfield
My skin is like a map
of where my heart has been
And i cant hide the marks
but its not a negative thing
So i let down my guard
drop my defences down by my clothes
I'm learning to fall
with no safety net to cushion the blow
I bruise easily
so be gentle when u handle me
Theres a mark you leave
Like a love heart carved on a tree
I bruise easily
Cant stratch the surface
without moving me underneath
I bruise easily
I bruise easily
I found you fingerprints
on a glass of wine
Do you know you're leaving them
all over this heart of mine too
But if i never take this leap of faith
I'll never know
So im learning to fall
with no safety net to cushion the blow
Anyone who can touch you
can hurt you or heal you
Anyone who can reach you
can love you or leave you
So be gentle...
I bruise easily
I bruise easily
Yes, I bruise easily
And it hurts so much when I do...
